Em cartaz: “MIB 4”, “Pets 2”, “Toy Story 4″, Aladdin” e “X-Men – Fênix Negra”

MIB Internacional: A agência Homens de Preto protegeu a Terra da escória do universo, e agora torna-se Internacional com suas várias sedes pelo mundo. E quando M (Tessa Thompson) se torna uma agente, quem irá auxiliá-lo nesta jornada é o charmoso agente H (Chris Hemsworth), e juntos precisam lidar com a maior das ameaças: um traidor.
Proteja-se da escoria dos blockbusters e dispense isso aqui, que tenta a todo custo refazer o caminho do primeiro MIB, trocando Will Smith por Tessa Thompson. Não perca seu tempo com efeitos especiais meia boca, uma historinha rasa, um vilão bocó, muitas piadas bobas e cenas de ação dispensáveis. Só escapa o tempo de comédia + carisma de Chris Hemsworth, o resto, até seus coadjuvantes de luxo (Emma Thmpson, Liam Neeson e Rebecca Ferguson), são puro desperdício. 2/10

Pets 2 – A Vida Secreta dos Bichos: Após conhecer o irmão Duke e viver aventuras com seus amigos Gigi, Bola de Neve e Chloe, o cãozinho terá de se acostumar novamente com mais um novo integrante na família, um bebê.
A animação dá sequência à história do cão Max e de seus amigos, mostrando a vidas dos animais quando os donos saem de casa. Mas sinceramente, se o primeiro já não era grandes coisas, esse aqui se torna dispensável com duas histórias em paralelo, uma de uma viagem na fazenda, e outra, com os animais com dificuldade de enfrentar um apartamento cheio de gatos, na cidade. Não consegui rir nem por um segundo. 2/10

Toy Story 4: Woody sempre teve certeza sobre o seu lugar no mundo e que sua prioridade hoje é cuidar de Bonnie. Mas quando ela adiciona um relutante novo brinquedo chamado Garfinho ao seu quarto, uma aventura na estrada ao lado de velhos e novos amigos mostrará a Woody quão grande o mundo pode ser para um brinquedo.
Para quem cresceu vendo Toy Story no cinema (ei, o primeiro estreou em 1995, tá? E com o subtítulo de: Um Mundo de Aventuras), é sempre um momento especial reencontrar Woody, Buzz e cia. na tela grande. A quarta aventura é deliciosa, e vale cada segundo, para adultos e crianças. Ao final, muitos risos e emoção a valer. 8/10

Aladdin: Um jovem humilde (Mena Massoud) descobre uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Agora o rapaz quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que a jovem é uma princesa que está prestes a se noivar. Agora, com a ajuda do Gênio (Will Smith), ele tenta se passar por um príncipe e para conquistar o amor da moça e a confiança de seu pai.
A adaptação da animação homônima da Disney para o “live action” (ou, filmagem com atores) é bem satisfatória. O que não gostei: cenas de ação por demais exageradas – coisas do diretor Guy Ritchie -, um vilão tão caricato que chega a ser risível, e uma atuação mediana de Mena Massoud como Aladdin que deveria ser puro brilho. Mas o que o filme tem de melhor supera e muito os escorregões: não teria melhor escolha para o gênio da lâmpada, Will Smith está tão bom e funciona tanto para o filme, quanto Robin Williams foi para o original, em 1992. A princesa Jasmine ganha uma camada incrível de empoderamento com Naomi Scott, com direito até a uma nova canção (“Speechless”), e toda a direção de arte e efeitos nos fazem voar de volta à animação original de 1992. 7.5/10

X-Men – Fênix Negra: Durante uma missão de resgate no espaço, Jean Grey (Sophie Turner) é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean se torna a Fênix Negra, e desencadeia seus poderes que não pode compreender, nem conter.
Um final OKAY para uma franquia com pontos muitos mais altos (X-Men 2; Primeira Classe; Dias de um Futuro Esquecido; e Logan são os melhores) do que baixos (Apocalipse, X-Men 3 e Fênix Negra são boas matinés, e só). Destaque para a fúria de Jean Grey e a mudança de postura do Professor Xavier (James Mcavoy). Para esquecer, a figura da Mística (Jennifer Lawrence), descaracterizada e com vontade de morrer desde a cena um. 6/10