Uma fantasia épica grandiosa como você nunca viu. A animação em ‘Stop-Motion’ (quadro a quadro) do Studios Laika, “O Bosque Selvagem – Wilwood” (Wildwood, 2026) de Travis Knight tem estreia programada nos cinemas do Brasil em 29 de outubro.

Acompanhamos a trama da adolescente Prue McKeel decide embarcar em uma missão de resgate após seu irmão mais novo, Mac, ser raptado por uma revoada de corvos e levado para dentro de uma floresta misteriosa que fica nos limites de Portland, nos Estados Unidos.
Sem mapa e ignorada pela realidade comum, Prue entra no bosque acompanhada por Curtis, seu colega de classe. No interior da floresta, eles descobrem um reino encantado à beira de uma guerra, habitado por animais falantes, bandidos e figuras sombrias motivadas por segredos antigos, ambição e dor.
Baseado no livro homônimo de Colin Meloy, é a maior animação em ‘Stop Motion’ da história, com 132 minutos, e adianto que, apesar de se tratar de uma animação que se passa em um mundo de fantasia, não é recomendado para crianças.

Tive a honra de acompanhar a estreia mundial em uma Sessão de Gala no BFI – London Film Festival, com a presença da cúpula do Studio Laika, do diretor Travis Knight, e do elenco de vozes, e garanto, é uma obra-prima inesquecível e emocionante.
10 motivos para assistir “O Bosque Selvagem – Wilwood” no cinema
16 anos de dedicação: O filme exigiu uma paciência artística extrema, passando 10 anos em desenvolvimento ativo e 6 anos de exaustiva produção física até a estreia;
Recorde no Guinness: A LAIKA criou cerca de 142.000 rostos impressos em 3D — um visual totalmente exclusivo para cada personagem em cada quadro, maximizando a profundidade emocional;

100% artesanal: Próximo à câmera, cada personagem é um boneco físico autêntico, feito e manipulado inteiramente à mão por um animador a cada quadro;
Tecnologias inéditas: Para viabilizar a escala do filme, a LAIKA inventou ferramentas revolucionárias, como voxels em 3D, jetpacks microscópicos e músculos de silicone flexíveis sob a pele; “Respiradores” pneumáticos internos para os bonecos parecem mais vivos; Mapeamento digital de superfícies para aplicar texturas de pelagem;

A Sequência de Cinco Anos: Exigiu uma equipe imensa, composta por mais de 1.000 artistas ao longo de vários anos. Apenas uma sequência complexa — a impressionante cena do “Assassinato dos Corvos” — demandou mais de 5 anos de trabalho ininterrupto, do início ao fim;
Figurinos complexos: O departamento de figurino desenvolveu roupas em miniatura hiperdetalhadas, capazes de amassar e dobrar de forma perfeitamente realista na tela;

Zero Inteligência Artificial: A LAIKA baniu a IA generativa para proteger a colaboração humana; cada elemento digital foi meticulosamente criado e pintado por artistas reais;
Engenharia da Águia “The General”: O boneco gigante (com voz de Angela Bassett) exigiu 3.000 horas de trabalho, mais de 12.000 penas instaladas à mão e uma estrutura interna de bronze de alta resistência;

Gigantismo em miniatura: O diretor Travis Knight observou que o filme foi o projeto mais difícil que o estúdio já realizou. Foram utilizados 136 cenários físicos em 117 locações que, somados, superavam a extensão de um estúdio inteiro onde os 231 bonecos eram filmados quadro a quadro;
Batalha recordista: O clímax entrega uma sequência de ação intensa de 12 minutos, com mais de 400 planos e 3.000 personagens — a maior batalha da história do stop-motion.























